Quem canta seus males espanta

Quem canta seus males espanta
- foto O MIRANTE

Na gala dos 826 anos do Foral de Benavente houve um momento em que a política quase afinou, ou desafinou, dependendo do ouvido.

Na gala dos 826 anos do Foral de Benavente houve um momento em que a política quase afinou, ou desafinou, dependendo do ouvido. A fadista Catarina Foguete desceu à plateia, na interpretação de “Rosa Branca”, com a confiança de quem acredita que toda a gente traz um fadista dentro de si. E talvez traga. Mas, às vezes, convém deixá-lo bem guardado. O vereador Frederico Antunes (na foto) foi dos primeiros contemplados com a súbita prova de fogo. Agarrou no microfone com cautela e sem grande margem para improvisos. Não brilhou, é certo, mas também não comprometeu. Mais tarde, nas redes sociais, deixou a lição: “Nunca ofusque o brilho do mestre”. Ficou por esclarecer se o mestre era a fadista ou se o brilho era o próprio... O microfone continuou a rodar pela plateia e encontrou destino nas mãos do presidente da Junta de Freguesia de Santo Estêvão. Ricardo Oliveira não se fez rogado e mostrou que, entre uma reunião e outra, há ali dotes de artista. Se o vozeirão para a política não se mostrar capaz, fica aberta a porta do fado….

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