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Acesso do Cartaxo à A1 tremido

O presidente da câmara do Cartaxo mostrou-se pouco confiante relativamente ao avanço da construção do nó de acesso à Auto-estrada (A1) no concelho. “O meu sentimento é o de que não existe vontade política”, disse Paulo Caldas na última reunião de câmara, que decorreu na segunda-feira.

Edição de 26.02.2003 | Sociedade
Na reunião do executivo ficou também decidido que seria efectuado um outro estudo de tráfego, independente daquele que está a ser feito pela Brisa em parceria com a autarquia.Esta quinta-feira, 27 de Fevereiro, às 15h00, a petição que defende o nó de acesso à A1 no Cartaxo, assinada por mais de quatro mil pessoas do concelho, será levada a plenário na Assembleia da República.Segundo o parecer emitido pela Comissão Parlamentar de Obras Públicas, Transportes e Comunicações a petição tem condições para ser aprovada “se os estudos de tráfego mais actuais confirmarem a sua justificação” e desde que “a obra possa ser integrada no custo base inicialmente previsto de alargamento – de duas para três faixas em cada sentido – sem encargos adicionais para o Estado ou para os utentes no troço da auto-estrada A1 Aveiras – Santarém”.Recorde-se que no final de Janeiro a autarquia já tinha apresentado à Brisa uma proposta de parceria entre o Governo e a empresa concessionária para a divisão dos custos da construção do nó pelas três entidades. A autarquia disponibilizou-se a suportar 20 por cento dos três milhões de euros previstos como custo total, enquanto a administração central avançaria com cerca de 33 por cento (1 milhão de euros) e a Brisa os restantes 47 por cento (1 milhão e quatrocentos mil euros).

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