Edição de 2003.02.27
Identidade Profissional

O “bichinho” da arqueologia
Carlos Batata começou desde muito cedo a interessar-se pela arqueologia. Tanto que, enquanto estudante, foi convidado a integrar uma associação de defesa do património em Tomar, onde nasceu, e a participar em várias escavações arqueológicas. Passadas mais de duas décadas sobre a sua primeira experiência e com muitos empregos pelo meio, Carlos Batata concretiza o seu sonho – ser arqueólogo a tempo inteiro. “O bichinho instalou-se desde muito cedo e nunca mais me largou”, confessa.
Identidade Profissional | 26-02-2003
