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Festival de teatro de amadores arranca a 5 de Maio em Pontével

Edição de 02.05.2007 | Cultura e Lazer
“A Lição” de Eugène Ionesco, um espectáculo do grupo Contacto – Companhia de Teatro Água Corrente de Ovar – é a peça que abre o Festével – o terceiro Festival de Teatro de Amadores do Concelho do Cartaxo, que decorre de 5 de Maio a 2 de Junho. O espectáculo está marcado para as 21h00 no auditório Luís Eugénio Filipe, na sede da Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense, em Pontével, Cartaxo. O drama cómico oferece um retrato patético e macabro do actual ‘homo sapiens’. Um professor, uma aluna e um mordomo, entre teorias e pragmatismos, realidades e absurdos, apresentam “A Lição” divertida e original.No dia seguinte, às 16h00, o mesmo grupo apresenta “A Lanterna Mágica”. Uma peça dirigida ao público infanto-juvenil, com a assinatura de Manuel Ramos Costa. Sábado, 12 de Maio, às 21h30, é noite de “Cabaret – Café Teatro” pelo Teatro Experimental de Lagos. Uma revisita ao imaginário e à memória dos espectáculos de “vaudville”. “(N)a tua ausência” marcará o serão de 19 de Maio, às 21h30. A peça é apresentada pelo grupo Teatro Passagem de Nível da Amadora. Construído a partir de textos de Paulo Ferreira, publicados no blog Cartas a Mónica (www.cartasamonica.blogspot.com) e posteriormente editados em livro, o espectáculo fala de um homem e de uma mulher e de um amor desesperado.“Funny Money” é a proposta do grupo de teatro Nova Morada Oeiras. A ver a 26 de Maio às 21h30. O espectáculo do grupo anfitrião “Um Episódio da Guerra”, de Marcelino Mesquita, vai ser apresentado em jeito de ante-estreia a 2 de Junho, às 21h30, a fechar o festival. A 7 de Junho sobe ao palco do Centro Cultural Município do Cartaxo para integrar oficialmente as comemorações do nascimento de Marcelino Mesquita. Com uma obra dramática extensa, mas desigual em qualidade, segundo alguns críticos, Marcelino Mesquita (Cartaxo 1856-1919) cultivou sobretudo o drama histórico, de acordo com o gosto da época, inspirando-se em figuras nacionais e clássicas caracterizadas pela violência passional e por uma existência trágica. A organização do festival é do Grupo Cénico da Casa do Povo de Pontével que aposta no evento como uma forma de divulgar nos meios mais rurais o teatro. “Nem toda a gente tem possibilidade de ir a Lisboa ver uma peça”, resume o encenador, Carlos Santos.

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