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Padre Borges tem a sua história em livro e o nome numa rua em Santarém

Padre Borges tem a sua história em livro e o nome numa rua em Santarém

Sábado, 2 de Julho, foi um dia de fortes emoções para o sacerdote que durante muitos anos liderou o Centro Social Interparoquial de Santarém

Edição de 06.07.2016 | Sociedade

A Igreja do Santíssimo Milagre, em Santarém, encheu-se de amigos e admiradores do padre Manuel Francisco Borges que quiseram testemunhar a apresentação do livro “1º Reitor do Santuário do Santíssimo Milagre / Manuel Francisco Borges / Na História de Santarém”. Uma obra da autoria do historiador Martinho Vicente Rodrigues, lançada na tarde de sábado, 2 de Julho, e que conta a história de um homem que ao longo de 60 anos impulsionou diversas obras e projectos na área da solidariedade social, quer como pároco de Marvila quer como líder do Centro Social Interparoquial de Santarém e reitor do Santuário do Santíssimo Milagre.
Esses feitos foram aliás sublinhados pelo autor do livro, ressalvando que as interpretações sobre a obra do padre Manuel Borges “não são obrigatoriamente únicas”, como se pode constatar na publicação agora lançada. “Estamos perante uma vida sacerdotal emocionante de um homem incansável, audacioso, destemido, generoso e até implacável”, disse Martinho Vicente Rodrigues.
No lançamento da obra, que contou com um momento musical por Manuel Brito, o Juiz da Real Irmandade do Santíssimo Milagre de Santarém, Fernando Trindade, abriu a sessão em que discursaram também Ludgero Mendes e Ricardo Gonçalves, presidente da Câmara de Santarém. Visivelmente emocionado, o padre Manuel Borges agradeceu aos presentes e a Martinho Vicente Rodrigues pela publicação do livro sobre o seu trabalho na cidade.
Nesse mesmo dia foi ainda inaugurada uma rua com o nome do padre Manuel Francisco Borges - 1º Reitor do Santuário do Santíssimo Milagre, situada na Urbanização das Fontainhas. O presidente da União de Freguesias da Cidade de Santarém, Carlos Marçal, referiu que o padre Borges foi sempre uma “referência pela excelência e relevância do trabalho que desenvolveu, quer na área sacerdotal, quer docente, quer ainda em cargos sociais e culturais que assumiu em prol da comunidade”. E garantiu que “ficará para sempre lembrado, não só pela sua obra, mas também pela pessoa que é, um homem nobre na maneira de ser, honesto, rigoroso, leal, humanista, solidário e simples”.
Já o presidente da câmara, Ricardo Gonçalves, referiu que o homenageado criou raízes muito profundas no coração em Santarém, pois dos 60 anos de sacerdócio 40 foram no concelho e cidade de Santarém. “Como diz muitas vezes, com tão pouco fez tanto”, disse o autarca.

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