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Ministro critica “taxa absurda” na factura energética dos agricultores

Capoulas Santos diz já ter pedido junto do Ministério das Finanças a supressão da taxa de audiovisual

Edição de 05.10.2016 | Economia

O ministro da Agricultura, Capoulas Santos, afirmou, na quarta-feira, 28 de Setembro, durante a assinatura do protocolo de criação do Centro Nacional de Competências do Milho e Sorgo, em Coruche, estar surpreendido com aquilo a que chama de “taxa absurda”.
O governante referia-se à taxa de audiovisual na factura da energia das actividades agrícolas que foi aprovada pelo Parlamento por proposta do Bloco de Esquerda e que foi aprovada com os votos favoráveis do PS. Capoulas Santos garantiu já ter pedido junto do Ministério das Finanças a supressão da taxa.
Capoulas Santos respondia às críticas feitas pelo presidente da Associação Nacional de Produtores de Milho e Sorgo (Anpromis), José Luís Lopes, que, apontando algumas situações que limitam a competitividade do sector, pediu ao Governo apoio “político e técnico” num momento em que a quebra mundial dos preços do milho, em três anos consecutivos, coloca “grandes dificuldades” aos produtores. O ministro lembrou que os preços são definidos pelo mercado à escala mundial, sendo necessário apostar na redução dos custos de produção.
Outra das intenções da associação é que seja limitado o período de importação de milho com direitos zero, impedindo a sua entrada nos meses que coincidem com as colheitas em Portugal. Capoulas Santos respondeu dizendo que incluiu esta preocupação dos produtores na agenda da reunião que terá no dia 30 de Setembro, em Lisboa, com o comissário europeu para a Agricultura.

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