Arquivada queixa da presidente da Câmara de Tomar contra ex-companheiro
Arrufos entre casais é uma coisa que pode acontecer mas no caso da presidente da Câmara de Tomar e do seu ex-companheiro que era seu chefe de gabinete não houve a decência, o discernimento e a responsabilidade ética de perceber que o local onde se encontravam era o gabinete da presidente de uma câmara municipal. Na minha opinião os tomarenses nunca mais acertam na eleição de alguém decente e capaz para dirigir a autarquia. De todos os presidentes que têm passado pela autarquia, nenhum deixou boas memórias. É minha convicção que os melhores e mais capazes para dirigir a autarquia não se encontram filiados nos partidos e daí o facto de nunca terem sido eleitos. Tomar sempre foi um concelho muito conservador, nada aberto a mudanças, preso e agarrado a velhas tradições. Isso impede o progresso. Tomar continua a ver as outras cidades galoparem e os tomarenses a procurar vida por outro lado. Eu fui um deles. Lamento, mas não posso, em consciência, tecer aqui um comentário mais adocicado. Tomar e as suas instituições autárquicas necessitam como de pão para a boca de uma grande varridela, de um grande safanão, de uma grande limpeza às teias de aranha. Está nas mãos dos já poucos jovens tomarenses romperem com o tradicionalismo conservador que faz com que o nosso concelho continue a tresandar a bolor. Nelson Santos
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Edição de 17-11-2016