
Pontualidade escalabitana
Se há certezas absolutas nestes tempos tão imprevisíveis, uma delas é a de que não há sessão da Assembleia Municipal de Santarém que comece a horas. Sejam elas marcadas para as 17h30, para as 18h00 ou para as 21h00, é certo e sabido que os trabalhos só começam pelo menos meia hora depois da hora estipulada. No dia 28 de Junho voltou a suceder o mesmo. Quinze minutos depois da hora agendada (18h00) só se encontravam na sala meia dúzia de eleitos e os funcionários de apoio aos trabalhos. Com tanta moção e recomendação que por ali aparece, já era tempo de surgir uma proposta a defender que as reuniões começassem a horas ou apenas com a tolerância máxima do clássico quarto de hora de atraso... Embora, provavelmente, acabasse chumbada por esmagadora maioria. Como alternativa, só resta ao presidente da assembleia, António Pinto Correia, recorrer às tradicionais campainhas usadas nas escolas e começar a aplicar faltas aos infractores após o segundo toque.

Mais Notícias
A carregar...
Destaques

Os artistas que não aparecem nos cartazes
Os cavalos, e quem deles cuida, são elementos imprescindíveis para o sucesso do espectáculo tauromáquico. O MIRANTE foi saber o que acontece nos bastidores antes de cada corrida e como são preparados os animais que daí a algumas horas vão enfrentar os toiros.
Edição de 06-07-2017

Rivalidade entre os dois grupos de forcados da Chamusca é só nas arenas
Cabos dos Amadores e do Aposento garantem que cá fora dão-se todos bem. Os dois grupos de forcados da Chamusca – Amadores e Aposento - encontraram-se no Campo Pequeno na noite da corrida de O MIRANTE, jornal que nasceu há 30 anos nessa vila ribatejana. Um momento que agradou aos dois grupos. Segundo os seus cabos, a salutar rivalidade resume-se às arenas, porque fora disso são todos amigos.
Edição de 06-07-2017