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Militares da GNR já pernoitam no antigo hospital de Salvaterra

Militares da GNR já pernoitam no antigo hospital de Salvaterra

Guardas que não residem no concelho estavam alojados provisoriamente no edifício da Falcoaria Real porque o posto não oferece condições.

Edição de 06.07.2017 | Sociedade

Os militares da GNR de Salvaterra de Magos, que estavam alojados no edifício da Falcoaria Real, já estão instalados no edifício do antigo hospital da Misericórdia de Salvaterra de Magos. A informação foi avançada a
O MIRANTE pelo presidente do município, Hélder Esménio (PS), tendo a transferência ocorrido há cerca de um mês.
A câmara municipal assinou um acordo de cooperação com a Santa Casa local para a utilização de parte dessas instalações, onde estão os militares. Em Janeiro deste ano, o município informava que o novo local já tinha sido vistoriado pela GNR que concordou com a transferência dos militares para aquele local.
O executivo municipal pretende criar um acervo documental sobre a arte da falcoaria no espaço que estava a ser usado para alojamento dos militares da GNR, com base no espólio doado por uma munícipe. Os guardas estavam alojados provisoriamente no Palácio da Falcoaria, pois está prevista a requalificação de uma antiga escola da vila para ali instalar o novo posto da GNR e alojamentos para os militares pernoitarem, já que o actual posto não oferece condições mínimas.
“Há o compromisso da ministra da Administração Interna que tem garantia de cabimento orçamental para fazer as obras. O projecto está concluído e pronto para lançar concurso. Estamos a aguardar que o concurso seja lançado”, justificou o presidente da autarquia.
O concurso público para a requalificação do edifício da antiga Escola da Avenida estava previsto avançar em 2015 mas tal ainda não aconteceu. Em Março de 2015 Esménio assinou o protocolo com a GNR para cedência de instalações do edifício da antiga Escola da Avenida. O protocolo foi homologado pelo secretário de Estado Adjunto da ministra da Administração Interna da altura, Fernando Alexandre. Ficou acordado no protocolo que o edifício será cedido por comodato por um período de 50 anos.
Se a obra não estiver concluída no prazo de três anos o edifício reverte para o município. Cabe à GNR fazer o projecto de execução e fiscalizar a obra de reabilitação do edifício. Após a conclusão das obras, a GNR compromete-se a devolver o edifício onde actualmente está instalada a GNR, que é propriedade da câmara municipal.

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