Crime...patrimonial
O Museu Nacional Ferroviário do Entroncamento desfez-se de uma das suas peças mais valiosas. O presidente daquela Fundação, Jaime Ramos, que apesar de o seu mandato ter terminado em 18/7/2016, continuava em funções, foi “abatido ao efectivo”. Tudo foi feito sem grande alarido, provavelmente para não suscitar protestos dos amigos do caminho-de-ferro que costumam fazer sempre barulho quando desaparece algum espólio, por mais insignificante que seja. No entanto, para manter uma certa conformidade com os tempos em que os comboios andavam vagarosamente por serem a vapor, o novo presidente, Carlos Gomes Nogueira, que também é presidente da CP, assumiu o cargo “interinamente”. Ou seja, os quase dois anos que mediaram entre o fim do mandato do anterior presidente e a nomeação do novo, não chegaram para encontrar quem fosse ocupar o lugar...como efectivo.
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