
O futuro de Torres Novas é risonho
Diz que não vai à Feira Medieval de Torres Novas porque é extremamente difícil encontrar estacionamento e a paciência não é uma das suas virtudes. Apesar disso reconhece que o evento atrai imensa gente e que é um dos poucos eventos em Torres Novas que gera alguma movimentação turística.
Confessa que tenta não se preocupar demasiado com a política e que acaba por contribuir para a mudança através da interacção com os clientes e da promoção de acções para uma maior consciência local. “Acredito que o povo vale e pode mais que os seus líderes”, sublinha.
Vê o futuro do concelho “risonho” e explica porquê. “Principalmente pela mudança de atitudes. Existe um interesse crescente em ser melhor e isso é (felizmente) contagioso”. Sobre o futuro da Trinca o tom é idêntico. “Igualmente feliz”.
Lia Fernandes, reside em Torres Novas e revela que as suas principais actividades são desenvolver receitas e estudar alimentação. Já esteve acima do Círculo Polar Ártico e tem planeadas muitas viagens de sonho, nomeadamente à Islândia e a Tailândia.
No final diz que gostaria que lhe tivéssemos perguntado porque é que a Trinca é no Botequim e não em Torres Novas. E dá a resposta.
“Porque seria muito difícil encontrar um local tão polivalente dentro da cidade, que nos permitisse ter a escola de cozinha saudável, a loja, a produção, um alpendre que convida a ficar e a nossa adorada sala Hygge, tudo no mesmo espaço.”

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