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Caso do bebé agredido em Vila Franca de Xira segue para o Tribunal de Família e Menores 
foto DR

Caso do bebé agredido em Vila Franca de Xira segue para o Tribunal de Família e Menores 

Agressor confessou o crime às autoridades e saiu em liberdade enquanto aguarda desenvolvimento do processo

Edição de 03.10.2018 | Sociedade

A Comissão de Protecção de Crianças e Jovens (CPCJ) de Vila Franca de Xira está a acompanhar o caso do bebé de 17 meses supostamente agredido pelo padrasto, João Marques, a 16 de Setembro, em Vila Franca de Xira.
A O MIRANTE, a CPCJ confirma ter instaurado “processo de promoção e protecção a favor da criança” desencadeado os procedimentos legais. No seguimento dos mesmos, “o processo foi remetido para o Ministério Público junto do Tribunal de Família e Menores, por ausência de consentimento para a intervenção”, da CPCJ.
A denúncia do caso de violência foi feita pelo hospital da cidade, após entrada do bebé que apresentava sinais evidentes de agressão violenta, com um enorme hematoma no rosto. Ao que O MIRANTE conseguiu apurar, o bebé já regressou à creche que frequentava.

Padrasto confessa agressão
João Marques, de 32 anos, confessou à PSP e mais tarde ao Ministério Público que o choro compulsivo do bebé o fez perder a cabeça e agir por impulso. O agressor assume que deu uma bofetada a Acácio e que este foi embater com o rosto nas grades da cama.
O arguido foi presente a tribunal, na manhã de 18 de Setembro, mas não chegou a ser ouvido por juiz de instrução criminal, por decisão do Ministério Público. Perante os factos e a confissão de João Marques, o Ministério Público entendeu que não se trata de um crime de ofensa à integridade física grave e por isso não foi aplicada qualquer medida de coacção ao arguido.
No dia em que João Marques foi ouvido em tribunal os ânimos exaltaram-se e os pais do bebé prometeram fazer vingança pelas próprias mãos. Luís Vieira e Carla Gomes, pais do bebé, apresentaram-se na esquadra da PSP de Vila Franca de Xira, a pedir informações sobre o paradeiro do agressor, que na altura já tinha abandonado as instalações do tribunal.

Caso do bebé agredido em Vila Franca de Xira segue para o Tribunal de Família e Menores 

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