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Contestação garante continuidade de professora substituta em escola de Alhandra
Pais reuniram-se em protesto em frente à Escola Básica 2 de Alhandra

Contestação garante continuidade de professora substituta em escola de Alhandra

Pais fizeram pressão e agrupamento de escolas mantém docente ao serviço até final do ano lectivo. Regresso de professora que esteve de baixa a um mês dos exames poderia causar instabilidade nos alunos, alegaram os pais.

Edição de 15.05.2019 | Sociedade

Uma dezena e meia de pais dos alunos da turma A8 da Escola Básica 2 de Alhandra reuniram-se em protesto em frente à escola e à sede do Agrupamento de Escolas na tarde de segunda-feira, 6 de Maio, para pedir que não haja troca de professoras para os seus filhos. Em causa está o regresso de uma docente que está há vários meses de baixa médica e que recebeu luz verde da junta médica para regressar ao serviço. A pressão surtiu efeito, já que o Agrupamento de Escolas decidiu manter a professora de substituição até final do ano lectivo para evitar perturbações no ensino das crianças.
Na sexta-feira, 3 de Maio, os pais foram informados que a professora de substituição seria retirada para que a professora anterior regressasse da baixa, o que gerou descontentamento. Os pais contestaram a decisão junto da direcção do agrupamento, que acabou por decidir manter a professora substituta até ao final do presente ano lectivo. Não há, contudo, certezas quanto ao que acontecerá no próximo ano lectivo.
A directora do Agrupamento de Escolas de Alhandra, Sobralinho e São João dos Montes, Isabel Estevinha, contactada por
O MIRANTE, explica que o agrupamento se limita a cumprir a legislação em vigor e que a contratação de professores é uma responsabilidade do Ministério da Educação.
“Existe uma lei que regulamenta a colocação dos professores e logo que soube da situação fiz um pedido junto da Direcção-Geral da Educação para que a professora de substituição continue com aqueles alunos porque estamos perante uma situação extraordinária”, explica a responsável.
Os pais gostam do trabalho que tem sido feito pela professora de substituição e consideram que trocar de docentes a um mês dos exames não é positivo para os filhos. Reforçam que a professora de substituição conseguiu fazer um trabalho positivo na motivação de uma turma com desafios peculiares e que inclui, por exemplo, um aluno com necessidades educativas especiais.

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