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Independentes criticam falta de atitude no desenvolvimento da Póvoa e Forte da Casa

Presidente da união de freguesias diz que recomendação da oposição não corresponde à realidade.

Edição de 09.10.2019 | Sociedade

A cidade da Póvoa de Santa Iria está estagnada e com défice de ideias. A critica foi deixada numa das últimas sessões da Assembleia de Freguesia da Póvoa e Forte da Casa pela bancada dos independentes Póvoa + Forte, liderada por António José Inácio. Mónica Fonseca disse que se assiste hoje a um cenário de estagnação, falta de criatividade e défice de ideias que “tornam pobre o acto de executar e gerar espaços e eventos que criem um sentimento de comunidade”. E acrescenta: “Falamos de responsáveis completamente acríticos a propostas exteriores que se instalam e se assumem como certos e inquestionáveis”.
A autarca lamentou intervenções da junta que “tapam a cabeça e destapam os pés”, sendo mais prejudiciais os problemas causados do que o bem comum que as intervenções geram. Numa altura em que a cidade está mergulhada em obras complexas, em particular na Estrada Nacional 10, o movimento independente nota que a maioria das intervenções “nascem tortas, pecam por excesso de arrogância e o preço que nos vão obrigar a pagar é penoso”. Os independentes consideram que não são precisos investimentos de milhões na Póvoa e Forte para dar à população uma freguesia moderna e mais desenvolvida, bastando apenas a boa vontade.
O presidente da junta, Jorge Ribeiro (PS), ouviu as criticas mas disse que não correspondem à verdade nem à realidade. “Não nos revemos de forma alguma no que disse. Há questões que ainda hoje vamos tentando digerir de alguma forma mas estamos abertos e disponiveis para as questões e propostas que nos façam chegar”, notou.

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