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Refeições de escolas de Coruche avaliadas por quem as come

Edição de 28.12.2017 | Sociedade

No próximo ano, o Centro Escolar de Coruche e a Escola Básica 2,3 Dr. Armando Lizardo, em Coruche, vão pedir a alunos, professores e funcionários que avaliem a comida que é servida nos estabelecimentos de ensino. Para o efeito vão ser colocadas nas escolas caixas para a recolha de críticas e sugestões. A proposta foi apresentada pelo vereador Valter Peseiro (CDU) na última reunião camarária, após questionar a vice-presidente do município, Fátima Galhardo (PS), sobre quem fiscalizará a empresa contratada pela Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT) para fornecer as refeições escolares.
Fátima Galhardo explica que a autarquia vai ter uma estagiária do curso de nutrição para ajudar na escolha das ementas e da quantidade de alimentos nos pratos. “Nós todos já fomos crianças e preferimos sempre carne a peixe e a verdade é que o peixe na escola tem sempre espinhas, porque as funcionárias não as conseguem retirar todas. Também não podemos colocar sempre nuggets ou douradinhos”. Outro problema são as saladas que quase sempre ficam no prato. É por isso, acredita, que esta caixa de sugestões seja uma mais-valia para que o município não fique só com a avaliação da coordenação dos estabelecimentos escolares mas também com a de toda a comunidade escolar.
A vice-presidente lembra que no ano lectivo passado houve uma ocorrência na Escola Básica 2,3 Dr. Armando Lizardo em que apareceu um gancho dentro de um prato. Na altura foi aplicada uma multa à empresa prestadora de serviços. “Temos de ter alguém acreditado que, para além de verificar as calorias e as quantidades de cada alimento, possa também fiscalizar as refeições servidas juntamente com os dois técnicos municipais, já destacados para esse efeito”, explica.

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