
Piscinas de Azambuja estão fechadas há um ano e ainda não entraram em obra
Reabertura do espaço remodelado estava anunciada já para o próximo mês de Setembro
Quem quiser usar as piscinas de Azambuja vai ter que esperar pelo menos mais um ano. O espaço fechou para obras de remodelação em Agosto de 2010 mas afinal até agora ainda nada avançou. A reabertura chegou a ser anunciada para o próximo mês de Setembro. O presidente da Câmara Municipal de Azambuja, Joaquim Ramos, diz que a culpa é da burocracia de acesso aos fundos comunitários.
As piscinas do Complexo Desportivo de Azambuja foram encerradas há um ano para remodelação mas ainda não entraram em obra. O espaço fechou ao público a 1 de Agosto de 2010 e na altura a câmara informou que iria reabrir em Setembro de 2011, a tempo do início da época desportiva, o que já não será possível. Para voltar a utilizar o espaço os utentes terão que esperar, pelo menos, mais mais um ano. A razão, explica o presidente da Câmara Municipal de Azambuja, Joaquim Ramos (PS), prende-se com a burocracia no acesso aos fundos comunitários já que ainda não abriram as candidaturas para este tipo de intervenção. “Se fosse uma candidatura para fazer uma piscina nova já tínhamos o dinheiro mas como é para requalificar a que já existe ainda não temos”, esclarece o autarca a O MIRANTE. Apesar da crise Joaquim Ramos acredita que os fundos comunitários para este tipo de intervenção acabarão por ser disponibilizados. O autarca esclarece que a recuperação simples das piscinas, tal como estavam, ronda os 140 ou 160 mil euros, mas lembra que a intervenção prevista, que implica a reconversão total em termos energéticos, faz triplicar esse valor. “A autarquia apela à compreensão dos utentes para a complexidade e dimensão da intervenção, que exigem um prazo de inactividade tão alargado”, divulgou na altura a Câmara Municipal de Azambuja. A nota informativa continua afixada nas portas das piscinas que permanecem encerradas.O encerramento das piscinas foi efectuado dada a necessidade de realizar uma intervenção de fundo “para melhorar as condições de utilização do equipamento e dos seus diversos espaços”.A intervenção prevê a reconversão de cubas, de todo o equipamento técnico inerente ao funcionamento das piscinas bem como a melhoria das condições de higiene e salubridade dos balneários. Outro objectivo deste encerramento é dotar o complexo de um sistema que lhe dê maior eficiência energética com a instalação de painéis fotovoltaicos.A intervenção, lê-se na mesma informação, permitirá reabrir a infra-estrutura com “condições modernas - do ponto de vista técnico, de gestão e manutenção - e maior funcionalidade e conforto para todos os utilizadores”.

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