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Pintora de Tomar mostra obras no Sardoal

Pintora de Tomar mostra obras no Sardoal

“Hemisfério” de Engrácia Cardoso vai estar em exposição no Centro Cultural Gil Vicente até 22 de Novembro
Edição de 30.09.2015 | Cultura e Lazer
“Hemisfério”, nome da exposição de pintura que Engrácia Cardoso inaugurou ao final da tarde de 18 de Setembro, no primeiro dia das Festas do Sardoal, é o resultado de uma série de viagens, “físicas e mentais”, que a autora fez ao longo dos últimos tempos. Os 11 quadros desta exposição podem ser vistos até 22 de Novembro, no Centro Cultural Gil Vicente, no Sardoal. A pintora aceitou o convite do executivo municipal, liderado por Miguel Borges, para expor alguns dos seus trabalhos. “Este conjunto de obras aborda a viagem das espécies, a evolução, o olhar infinito entre Tempo e Homem, assim como o Homem de animal frágil de instintos primários a ser social e pensador”, refere a artista.Natural de Tomar, Engrácia Cardoso, 39 anos, considera-se uma cidadã do mundo. Actualmente vive e trabalha em Lisboa depois de ter residido durante alguns anos em Guimarães. Licenciou-se em Artes Plásticas pela Escola Superior Artística do Porto e tem participado em várias exposições individuais e colectivas, tanto em Portugal como no estrangeiro. Dos seus trabalhos destacam-se os desenvolvidos na Bienal de Cerveira, em Vila Nova de Cerveira, na Fundação Escultor José Rodrigues, no Porto, e em Guimarães durante a Capital Europeia da Cultura. Já recebeu alguns prémios nomeadamente a Bolsa de Viagem Henrique Silva, na Bienal de Cerveira, em 2008/2009, e o VIII Prémio de Pintura Fidelidade Mundial, em 2004.Engrácia Cardoso contou a O MIRANTE, momentos antes da inauguração da exposição, que pinta “desde sempre”. Assim que começou a pegar no lápis começou a pintar. Durante os estudos ainda foi para Ciências, uma vez que tinha muito boas notas nessa área. No entanto, rapidamente percebeu que aquele não era o caminho e mudou para Artes. A pintora garante ser possível viver apenas da sua arte em Portugal. Já foi professora, fez conservação e restauro, curso que também tirou, embora sempre na área da pintura. Confessa que vai buscar inspiração a tudo, sobretudo ao trabalho e ao somatório das experiências de vida. Não se preocupa com as fases de “desinspiração”. “É importante, em determinados momentos, esvaziar a cabeça e pensar noutras coisas. Não vivo angustiada quando não produzo”, conta.
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