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Associação Portuguesa dos Industriais de Curtumes (APIC)

Associação Portuguesa dos Industriais de Curtumes (APIC)

Peles fazem com que Alcanena tenha menor taxa de desemprego

Edição de 14.07.2016 | Especial Expopele

Para a Associação Portuguesa dos Industriais de Curtumes (APIC) o museu do curtume “poderá ser um veículo interessante de divulgação da indústria de curtumes Portuguesa e do concelho de Alcanena. A APIC considera que a iniciativa tem condições para “reforçar a identidade do território relacionando-o de forma mais intensa, junto da opinião pública, com o produto pele. Ao nível da indústria de curtumes poderá ser utilizado como um elemento de carácter formativo e informativo, permitindo a todos os agentes relacionados com a indústria um maior conhecimento da história e evolução do sector”.
Um museu do curtume bem concebido, refere a associação, pode também gerar atractividade ao nível do turismo industrial, com potencial a nível nacional e internacional. O que constitui também uma oportunidade para o desenvolvimento do concelho e para uma melhoria da imagem do sector. Até porque, acrescenta, as peles são um negócio com um grande passado e uma grande história em Alcanena.
A história dos curtumes de Alcanena tem passado pela transmissão do saber desta indústria, de geração em geração, “ultrapassando crises severas e mantendo uma dinâmica de desenvolvimento”, o que assegura a esperança de um negócio com futuro em Alcanena e em Portugal. A fileira do couro, diz a APIC, é “representada em Portugal por cerca de 90 empresas, responsáveis por um volume de negócios de cerca de 280 milhões de euros e emprega cerca de 2600 pessoas”. Refere ainda a associação que 90 por cento das empresas estão localizadas no concelho de Alcanena, “sendo estas o principal motor económico do concelho, contribuindo de forma decisiva para o seu desenvolvimento”, pelo que “Alcanena beneficia de uma das menores taxas de desemprego do país”.
No entender da associação a Expopele procura dar visibilidade a nível nacional a um sector que “já atingiu elevados níveis de reconhecimento internacional, mas que ainda não é conhecido pelo público em geral em Portugal”. O certame procura dar a conhecer “uma indústria de curtumes que produz peles acabadas para uma diversidade bastante vasta de aplicações finais que vão desde um grau de maior complexidade, como por exemplo a aeronáutica, a um simples acessório como um cinto ou uma pulseira de relógio, passando pelo calçado, as malas e os casacos”. A APIC considera que a Expopele tem de evoluir na divulgação e promoção e “tem de conseguir uma maior massa crítica em torno dela, tornando-se no verdadeiro encontro de todo sector da pele de Portugal”.

Associação Portuguesa dos Industriais de Curtumes (APIC)

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