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Sector das peles é importante para a economia

Sector das peles é importante para a economia

Carlos Patrício - Decorpele

Edição de 14.07.2016 | Especial Expopele

Carlos Patrício, da empresa Decorpele, considera que o sector das peles tem muitos riscos e envolve muito dinheiro mas que tem futuro, desde que se continue a apostar na marca “Made in Portugal” e que a indústria do calçado português continue a ter uma boa imagem. O empresário entende que na relação do sector das peles com o desenvolvimento do concelho de Alcanena, esta é uma actividade importante “para o emprego da zona e para a economia local, visto ser um produto de valor acrescentado. Esta é uma área que necessita de muita mão-de-obra”.

O museu do curtume de Alcanena vai ajudar, na perspectiva de Carlos Patrício, na divulgação de Alcanena como Capital da Pele e “trará mais dinamismo à localidade do que ao sector dos curtumes”. O empresário realça que para o mercado do calçado e marroquinaria “é muito importante existir em Portugal matéria-prima e não ter de se importar”, ao mesmo tempo que sublinha que o couro português tem vindo a ter, cada vez mais, uma maior procura nos mercados externos.
A Expopele representa uma oportunidade que a indústria de curtumes tem, “perante a comunidade onde está inserida, clientes e futuros clientes, de mostrar a sua evolução e as tendências de moda”. Carlos Patrício gostaria de ver a feira com uma componente mais profissional, mais direccionada para o sector, para se “conseguir cativar futuros clientes, nacionais e internacionais”. E gostaria ainda que o certame fosse a montra de todo o sector e onde se apresentassem as tendências de moda para cada estação, “tal como se faz noutros certames pelo mundo fora”.

Sector das peles é importante para a economia

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