
Escorregando não se vai longe
A última reunião pública da Câmara de Vila Franca de Xira realizou-se no lugar das Quintas, em Castanheira do Ribatejo, uma das aldeias mais atingidas pelas cheias que se verificaram há cinquenta anos na zona da Grande Lisboa. Durante as intervenções do público, um dos moradores chamou a atenção do presidente do município, Alberto Mesquita (PS), para o estado perigoso em que se encontra a principal estrada que serve a aldeia. É que, desde que foi construída a rotunda de acesso à plataforma logística, a drenagem das águas pluviais tem sido deficiente e isso provoca acumulações de água no piso, que nos dias de chuva fazem com que os carros bailem sem controlo sob poças enormes de água parada. Tratando-se de uma descida inclinada seguida de curva apertada, o morador teme que um destes dias haja mesmo um acidente grave por causa dos lençóis de água. É certo que andar de escorrega é para descomprimir do stress do dia a dia, mas quando isso acontece ao volante e resulta em chapa amolgada, não dá vontade nenhuma de rir...

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