
Jogo interactivo que custou 100 mil euros continua por retirar
Equipamento instalado em parque infantil do Cartaxo foi alvo de actos de vandalismo e a câmara pretende substituí-lo por mobiliário urbano. O jogo interactivo, composto por placas de vidro, tinha luzes que se acendiam à medida que as crianças as iam pisando.
O jogo interactivo que se encontra no parque infantil em frente ao Centro Cultural do Cartaxo continua sem ser retirado, apesar de há mais de um mês a câmara ter adiantado que o iria substituir por mobiliário urbano. A autarquia, entretanto, já pediu autorização à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) de Lisboa e Vale do Tejo para poder retirar de lá o jogo. Em causa os constantes actos de vandalismo que têm tido como alvo esse equipamento desde que foi lá colocado, em 2014, quando o Parque Central foi requalificado.
O anúncio foi feito na reunião do executivo municipal, a 21 de Janeiro. Na altura, o vice-presidente do município, Fernando Amorim, admitiu que, em 2016, quando foi feita a auditoria técnica e financeira ao projecto, já o jogo não estava a funcionar. “Ainda nos pediram cerca de 17 mil euros pela reparação do equipamento, mas nunca a chegámos a fazer, pois estava sempre a ser danificado”, adiantou Fernando Amorim a O MIRANTE.
O jogo interactivo, composto por placas de vidro, tinha luzes que se acendiam à medida que as crianças as iam pisando. No total, teve um custo de 100 mil euros, tendo sido financiado por fundos comunitários.
