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CityHack com maratona tecnológica apresenta soluções de impacto social
foto DR Equipa do IPT “Banana da Madeira” ficou em terceiro lugar no CityHack

CityHack com maratona tecnológica apresenta soluções de impacto social

Iniciativa foi organizada pelo Instituto Politécnico de Tomar e câmara municipal

Edição de 29.05.2019 | Sociedade

A equipa EcoThinking, do Instituto Superior Técnico, venceu a maratona tecnológica CityHack com a apresentação de um projecto que pretende economizar e gerir energeticamente uma casa. A iniciativa, organizada pelo Instituto Politécnico de Tomar (IPT) e pela câmara municipal, decorreu no Complexo da Levada, em Tomar. Com o projecto da EcoThinking vai ser possível gerir, de forma fácil e prática, o consumo energético de uma habitação ou empresa, fornecendo dicas e recomendações de modo a que o cliente consiga atingir os objectivos energéticos mensais.
Em segundo lugar ficou a equipa “Kozaks”, do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, com um jogo educacional para crianças, entre os cinco e os nove anos, que visa mudar o modo de pensar das crianças em relação à alimentação. Em terceiro lugar ficou a equipa “Banana da Madeira”, do IPT, com o projecto “Volunteer Verse – For Volunteering”, que consiste numa plataforma que faculta um acesso transparente e personalizado a todos os utilizadores das campanhas realizadas pelas instituições da região, de acordo com os seus interesses, podendo anunciar a sua intenção de participar, recebendo em troca a respectiva valorização.
O CityHack foi uma maratona tecnológica de 24 horas que juntou 84 jovens, num total de 17 equipas, oriundas de 15 instituições de ensino superior e de 27 cursos diferentes. Esta edição foi vocacionada para soluções a desafios com impacto social, como o envelhecimento activo, a integração dos refugiados e migrantes nas sociedades de acolhimento, o bem-estar das crianças e jovens, pessoas com necessidades especiais e minorias.
O evento foi apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian no âmbito do projecto Hack for Good, inserido no programa Gulbenkian de Coesão e Integração Social, e apresentou este ano, a novidade de não utilizar qualquer tipo de plástico. Durante os dois dias existiu ainda a recolha de equipamento tecnológico obsoleto feita em parceria com uma empresa certificada. A edição deste ano contou também com o apoio dos parceiros tecnológicos do IPT, nomeadamente a Softinsa, a Critical Software, a Compta e a Noesis.

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