Jovem inventou doença oncológica para angariar trinta mil euros
Infelizmente não é caso único, como todos sabemos. Ano após ano, as pessoas que contribuem para causas sociais vão-se apercebendo que, muitas vezes, os donativos que entregam não são usados para o fim que deu origem ao pedido.
Eu já há muitos anos que passei a ser mais rigorosa na avaliação dos pedidos de solidariedade que me chegam e acabo por recusar contribuir para a maioria por não lhes reconhecer credibilidade.
Sinceramente, não me preocupa nem fico com problemas de consciência. Quem solicita o meu apoio, sejam grupos organizados ou pessoas individualmente não pode exigir que eu acredite em tudo... é que mesmo em certos pedidos credíveis fui aldrabada.
Sara Filomena G. Nunes
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Edição de 15-10-2019