Mais tecnologias e simplexes mas a burocracia não larga o “papelinho”
Um dia destes um amigo com quem conversava contou-me um caso passado com ele que ilustra bem o que é a resistência nacional ao avanço tecnológico. Foi a uma consulta de especialidade num hospital, consulta essa cuja data e hora lhe tinha sido confirmada através de uma mensagem enviada para o telemóvel e quando lá chegou exigiram-lhe o “papelinho” que lhe tinham dado numa anterior visita ao hospital, com a marcação inicial da consulta. Não lhe valeu de nada dizer que se o nome dele não estivesse no processo, assim como todas as informações relevantes, como a data e hora da consulta, nome do médico, exames feitos e enviados digitalmente dos laboratórios para o médico, ele não estaria ali. A burocracia exigia o “papelinho” e ele teve que desencantar o “papelinho”, tendo-lhe valido a esposa estar em casa e disponível para lho ir entregar e morar perto do hospital. Casos como este ainda continuam a ser aos milhares. Não tenho nada contra o uso de papel. Tenho é contra o total absurdo destas situações e os seus custos. Mário Rodrigo de Freitas
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José Eduardo Carvalho apela a uma maior intervenção das associações empresariais
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Edição de 30-10-2019