Divididos, irritados e desunidos
Vila Franca de Xira poderia ter sido a primeira cidade do país a ter um museu exclusivamente dedicado à tauromaquia. Atrás desse entusiasmo estava o presidente do município, Alberto Mesquita, que tinha na criação do museu uma das suas bandeiras. A coisa até estava a correr bem até ao momento em que tentou conciliar ideias e sugestões de como fazer o futuro museu. Aí, sentado à mesa com figuras da Festa Brava, percebeu que se metera num ninho de vespas onde todos ralham e ninguém tem razão. A desunião foi tal que o autarca já confessou em reunião de câmara ter perdido todo o entusiasmo em torno do tema até que as figuras da festa se entendam. Na última semana o autarca voltou a confessar que “quem está verdadeiramente empenhado na criação de um objectivo não arranja tantos problemas como os que têm acontecido”. Falando sem papas na língua, Mesquita confessou que perdeu a motivação para esse projecto por causa “de alguns que se julgam detentores da verdade absoluta”. E lamentou que não se esteja a conseguir construir um projecto em comunhão. Para já, notou, está empenhado em recuperar o espólio do antigo museu etnográfico, situado na praça de toiros da cidade. Depois logo se vê...
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