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Se as árvores não são adequadas  porque é que só abateram algumas?

Edição de 19.02.2020 | O MIRANTE dos Leitores


Li hoje o vosso artigo “Árvores sem manutenção motivam queixas na Póvoa de Santa Iria” e também constatei que a manutenção de árvores existe apenas de forma muito deficitária. Aparentemente, a poda, que era da responsabilidade das juntas de freguesia, passou a ser da responsabilidade da câmara, que não tem sabido coordenar os trabalhos.
Passei mais de um ano a pedir para efectuarem a poda das árvores na traseira da minha casa, na Praceta Henriques Ferreira Quintanilho, em Vialonga, e quando finalmente tomaram alguma iniciativa abateram-nas (cortando-as pela raiz).
A explicação que deram é estranha. Dizem que “estes exemplares arbóreos não são os mais adequados para uma zona de proximidade com uma via municipal, zona pedonal e muros edificados, atendendo ao seu porte e desenvolvimento radicular e não serem consentâneos com podas regulares” e acrescentam que tais podas provocam “o desenvolvimento do sistema radicular destes elementos arbóreos tornando-os cada vez maiores e mais fortes aumentando o risco para o pavimento e para o muro edificado nas imediações”.
Se a espécie não é adequada e se toda a rua possui árvores da mesma espécie, algumas de maior porte do que as que abateram, porque é que abateram apenas as que se encontravam na traseira da minha casa? Será que temos agora um serviço de “poda a pedido”? Nem vou comentar porque é que permitiram a plantação destes espécimes, já contemplados no plano de urbanização e que não é assim tão antigo (2003).
Rui Luís

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