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Utentes da Saúde do Médio Tejo entregam reivindicações ao primeiro-ministro

Reclamam a melhoria dos serviços de urgência e a reabertura da urgência pediátrica em Abrantes e Tomar

Edição de 10.10.2018 | Sociedade

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT) entregou no dia 18 de Setembro, na residência oficial do primeiro-ministro, um caderno reivindicativo para melhorar as condições de acesso aos serviços de saúde dessa região.
“O que a delegação da Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo (CUSMT) entregou ao assessor do primeiro-ministro António Costa foi uma carta alertando para questões fundamentais a resolver no domínio do acesso aos cuidados de saúde e também as mais de 10 mil assinaturas recolhidas nos 13 concelhos da região para reclamar a melhoria das urgências”, disse Judite Gomes, da comissão de utentes.
Na carta, os utentes reclamam a melhoria dos serviços de urgência no Médio Tejo, com a reabertura das unidades médico-cirúrgicas de Tomar e Torres Novas do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) e da pediatria nos hospitais de Abrantes e de Tomar.
Constituído pelas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, separadas geograficamente entre si por cerca de 30 quilómetros, o CHMT funciona em regime de complementaridade de valências, abrangendo uma população na ordem dos 260 mil habitantes de 11 concelhos do Médio Tejo, no distrito de Santarém, Vila de Rei, de Castelo Branco, e ainda dos municípios de Gavião e Ponte de Sôr, ambos de Portalegre.
A CUSMT defende que a urgência médico-cirúrgica “deve legalmente ser atribuída ao CHMT, permitindo assim ao Conselho de Administração, mediante os meios disponíveis, organizar o serviço nas três unidades do CHMT”.
Judite Gomes lamentou ainda que “as anunciadas obras na requalificação das urgências do hospital de Abrantes nunca tenham, sequer, começado” e lembrou que, “há três anos, a CUSMT entregou um abaixo-assinado com 30 mil assinaturas” que “já alertava para o problema do serviço de urgências” no Médio Tejo.

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