
O Ganadeiro dos toiros que não são para brincadeiras
Joaquim Alves de Andrade critica toureiros que impõem toiros fáceis
A Ganadaria Pinto Barreiros não colocava toiros em corridas na primeira praça do país há quatro anos e regressa agora para mostrar a sua vitalidade na Segunda Grande Corrida O MIRANTE no Campo Pequeno. O ganadeiro Joaquim Alves de Andrade garante que os toiros têm uma boa apresentação e que a ganadaria trabalha para apresentar reses que dignificam a festa brava, sendo bastante crítico em relação à tendência de alguns artistas preferirem toiros mais fáceis, que não dêem problemas nas lides.
Criada em 1931 por José Lacerda Pinto Barreiros, a ganadaria está na base de várias ganadarias portuguesas e francesas. Joaquim Alves de Andrade orgulha-se de ter toiros considerados temíveis, mas como costuma dizer é difícil arranjar-se um toiro que ponha de acordo a empresa tauromáquica, os toureiros e o público. O criador de toiros de lide, como gosta de ser apelidado, considera que se estão a viver tempos difíceis neste sector, não por causa dos anti-taurinos ou dos preços baixos a que se compram os toiros.
Joaquim Alves de Andrade não é pessoa de guardar o que tem para dizer e considera que “o mal está na comodidade em que os toureiros querem andar”. Para o ganadeiro os artistas da festa têm de criar emoção e não o conseguem se querem toiros que não incomodem. “O público paga o bilhete e merece ter um bom espectáculo. Espectáculos sem emoção, com toiros que não incomodam, é o que faz desmotivar o público”.

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