Presidente de Vila Franca de Xira tem razão e não precisa de referendos para fazer obras
É verdade que, em certos casos, a Câmara Municipal de Vila Franca de Xira faz bem em ouvir os cidadãos sobre determinadas decisões que se prepara para tomar, nomeadamente em termos de obras públicas mas quando opta por não o fazer não está a praticar a política do “quero, posso e mando” de que falam os vereadores da CDU.
O presidente da câmara e o PS ganharam as eleições. Estão mandatados para gerir o município e devem fazê-lo sem terem que agradar a gregos e troianos. Compreende-se que a CDU, que perdeu as eleições, queira implantar um sistema a que muitos chamam “democracia directa”, com votações para tudo e para nada e com manifestações de rua e idas de populares a reuniões do executivo, por exemplo, para protestarem o mais ruidosamente possível, tentando fazer-nos crer que isso é que é a democracia.
No meu entender esse truque é anti-democrático porque não é quem grita mais ou tem mais capacidade de mobilização que vence mas quem tem mais votos nas eleições. Se fosse pela gritaria e pelos referendos populares que as coisas se decidissem, estávamos bem arranjados.
Fausto Moreira Rodrigues
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