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Adrien Lochon levou magia à entrega  dos Prémios Personalidades do Ano
Adrien Lochon durante a sua actuação na cerimónia Personalidades do Ano de O MIRANTE

Adrien Lochon levou magia à entrega  dos Prémios Personalidades do Ano

Adrien Lochon é um informático de Casével que nas horas livres realiza espectáculos de magia. Foi ele que animou a cerimónia das Personalidades do Ano de O MIRANTE no Convento de S. Francisco.

Edição de 27.02.2019 | Personalidades do Ano

“Sei fazer isto com e sem aplausos, mas com aplausos é melhor”, diz Adrien Lochon depois de passar uma moeda da mão direita para a esquerda de onde desapareceu, por magia. “Por vezes só nos apercebemos tarde de mais, quando a magia já aconteceu”, continua o mágico… e o público desperta e começa a bater palmas. E redobra os aplausos quando, a partir de pedacinhos da última edição de O MIRANTE, ele apresenta páginas inteiras. E quando, depois de enrolar as páginas, tira de dentro do rolo... uma garrafa.
Adrien Lochon é o mágico de Casével, Santarém, que animou a cerimónia de entrega dos Prémios Personalidades do Ano. Ninguém ficou indiferente à sua boa disposição e descontracção, nem quando simulou que os seus poderes “psico-mágicos” tinham falhado, sendo a apresentadora da cerimónia, Joana Emídio, a “salvar” o momento, ajudando-o a identificar as cartas escolhidas por três elementos do público.
Sorridente, confessa a O MIRANTE que a ideia do falso engano partiu de um engano a sério que aconteceu durante os ensaios. O momento divertido correu tão bem já com público que a directora executiva do jornal, Joana Emídio, confessou, a brincar, que estava a considerar mudar de profissão.
Engenheiro informático, Adrien Lochon diz que a informática foi a única área onde achou poder trabalhar por obrigação, uma vez que, se fosse para fazer algo por paixão, dedicar-se-ia apenas à magia.
E acrescenta que a magia também deve ter uma paixão por ele, uma vez que, quando era criança e assistia a actuações de mágicos, era frequentemente o escolhido para os ajudar nos truques, como assistente.
“A magia sempre me acompanhou e é uma coisa que também me dá jeito quando estou, por exemplo, numa reunião com um cliente e acontece uma situação mais tensa. Na maior parte das vezes basta fazer um truque para as coisas ficaram mais desanuviadas”, diz.
Profissionalizou-se na magia em 2012 e começou a fazer espectáculos mais assiduamente, desde casamentos a baptizados, passando por convites para eventos como o de O MIRANTE.
Nos seus truques não usa animais mas por vezes tira partido da expectativa das pessoas. “Por exemplo ao verem um chapéu pensam que vai sair um coelho mas depois sai outra coisa”, diz, acrescentando que alguns colegas seus utilizam pombas e coelhos, animais que tratam como se fossem elementos da família.
“Em termos de magia de palco normalmente não se faz mal aos animais mas é uma coisa que me deixa muito nervoso e prefiro não os usar nos meus truques”, remata.
Outra coisa que o deixa nervoso é o uso de microfone, objecto a que não está habituado e lhe fez alguma confusão antes de entrar em palco, pela primeira vez, no Convento de São Francisco. Mas na segunda ida ao palco, como por magia, já se tinha habituado totalmente ao aparelho.

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