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Paulo Simões
foto DR Paulo Simões Gestor de Projetos na Confidentia, 47 anos, Santarém

Paulo Simões

Gestor de Projetos na Confidentia, 47 anos, Santarém

Edição de 19.03.2019 | Agora Falo Eu

A Justiça é mesmo igual para todos? Aparentemente não. Pelo que vemos todos os dias, aqueles que mais prevaricam são os que vivem melhor. Os bancos arriscaram milhões, os devedores não pagam nem vão presos e o povo paga tudo. Isto é justiça? Se nos esquecermos de pagar o IMI no dia seguinte já levamos multa e juros de mora.

Fecha a água enquanto escova os dentes ou enquanto se ensaboa no banho? Sim. É importante poupar a água potável... e alguns euros.

Ainda tem tempo para tomar o pequeno-almoço em casa ou toma-o no café ao pé do emprego? Tomo sempre o pequeno almoço em casa com a família. Em casa temos mais qualidade e é a melhor preço.

Quando tem uma dor de cabeça toma imediatamente um comprimido ou espera que ela passe? Felizmente não costumo ter muitas dores de cabeça. Quando as tenho não tomo de imediato medicação. Espero que passe depressa.

Ir comprar roupa ou sapatos dá-lhe prazer? E gosta de fazer essas compras sozinho ou acompanhado? Não gosto muito de andar às compras. Faço-o apenas por necessidade. A minha mulher tem bom gosto, por isso deixo que ela me compre algumas peças de roupa.

Costuma utilizar auto-estradas mesmo tendo estradas alternativas? Se estiver com pressa uso sempre auto-estrada, por ser mais rápido e seguro. Caso contrário uso nacionais por dar mais prazer de conduzir e conhecer.

Quando está a almoçar ou a jantar com a família ou amigos e há alguém que passa o tempo a consultar o telemóvel, isso incomoda-o? Um pouco. Os momentos à mesa devem ser bem aproveitados para confraternizar.

Se houvesse um referendo para sairmos da União Europeia e do euro, qual acha que seria o resultado? Seria para ficarmos. Portugal melhorou muito o seu nível de vida desde que integrou a União Europeia e apesar dos problemas não nos podemos isolar da Europa.

Costuma fazer exercício físico? Sim. Faço atletismo 3 a 4 vezes por semana. Já fiz algumas maratonas.

Devia haver mulheres a arbitrar jogos de futebol da primeira liga? É indiferente desde que sejam competentes.

Com que idade é que acha que se vai reformar? Porquê? Não faço ideia. Com todas as alterações que têm surgido nos últimos anos ninguém sabe o que vai acontecer.

Acha possível virmos a sofrer atentados terroristas como os que acontecem noutros países? Sim, é possível mas não muito provável. Os atentados pretendem atingir alguns países e locais específicos pela sua influência e exposição mundial. Para o bem e para o mal não somos um desses países.

Lê as notícias em jornais ou prefere a internet? Normalmente prefiro a internet, pela comodidade e rapidez. De férias prefiro ler o jornal em papel.

Em quantas localidades viveu até agora desde que nasceu? Foi bom ou mau? Vivi com os meus pais até iniciar a carreira profissional e depois vim viver para Santarém. Foi bom porque permitiu conhecer realidades diferentes...e a minha mulher.

Todas as tradições devem ser defendidas ou há algumas que mais vale esquecê-las? As tradições devem ser defendidas ainda que possam ser adaptadas aos nossos dias. Quem as criou tinha na altura um conhecimento e acesso a meios que mudaram muito para o tempo em que vivemos. Devemos passar as tradições aos nossos filhos para que entendam a razão da sua existência.

Lembra-se do nome de algum Presidente da República antes do Cavaco Silva? Ramalho Eanes, Mário Soares e Jorge Sampaio.

Ainda é capaz de elogiar a beleza de alguém ou prefere não o fazer para não ser acusado de assédio? Sou capaz de elogiar a beleza. Andamos muito sufocados com a palavra assédio. Penso que está a haver um aproveitamento da situação para auto-promoção. Condeno o abuso mas não o elogio.

O voto devia ser obrigatório? Acho que votar não devia ser obrigatório. A democracia é mesmo deixar cada um tomar a decisão que entende. No entanto o elevado nível de abstenção é um problema cultural nosso. Deixar sempre as decisões nas mãos dos outros. É também um claro sinal do nosso baixo nível político.

Paulo Simões

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