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Grupos de Acção Local querem reforçar o seu papel no desenvolvimento do território
foto DR No território da Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior foram reunidas 106 assinaturas

Grupos de Acção Local querem reforçar o seu papel no desenvolvimento do território

Os Grupos de Acção Local (GAL) debateram o futuro do Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC), através de um Pacto, onde se afirmam os princípios do LEADER e se apela aos decisores políticos para o reforço futuro do seu papel.

Edição de 24.07.2019 | Economia

Actualmente, no período de programação de fundos comunitários 2014-2020, a implementação do DLBC tem sofrido com a centralização e a burocratização dos procedimentos, com prejuízos para os territórios e as comunidades.
Assim os GAL, através da Federação Minha Terra, elaboraram o Pacto de Desenvolvimento Local 2030, onde se afirmam os princípios do LEADER e se lança o desafio ao futuro para no próximo quadro comunitário de 2021-2027, atender às solicitações das comunidades para reforçar o papel dos GAL no desenvolvimento dos territórios.
O Pacto de Desenvolvimento Local 2030 reúne a subscrição de entidades de diferentes áreas de actuação nos territórios rurais, como autarquias, empresas, empresários em nome individual, organizações da sociedade civil, como associações de agricultores, empresariais, sociais, culturais, entre outras.
No território da TAGUS, a Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior juntou 106 assinaturas, provenientes dos sectores prioritários definidos na sua estratégia, como da agricultura, educação, turismo, acção social, associativismo e ainda dos serviços, que pretendem assim demonstrar o seu apoio aos processos de desenvolvimento local e à necessidade de mobilização de financiamentos e instrumentos adequados à intervenção da TAGUS.
Os subscritores são na sua maioria privados (60 subscritores), mas da lista fazem parte entidades públicas (18) e as público-privadas (28), em que são contabilizadas as colectividades culturais, sociais, entre outras.
O apoio a mais de 30 mil projectos em diversos sectores, o fortalecimento de dinâmicas locais e a promoção da competitividade e da coesão territorial dos territórios, são a marca de 28 anos de trabalho dos Grupos de Acção Local nos territórios e com as comunidades, através do LEADER.
A TAGUS, neste quadro comunitário, já apoiou 34 projectos, no âmbito do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), com um apoio de cerca de um milhão e que prevê um investimento total de cerca de dois milhões de euros na região.
Já no âmbito do Sistema de Incentivo ao Emprego e ao Empreendedorismo, apenas estão comprometidos 306 mil euros, no Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), e 87 mil euros, no Fundo Social Europeu (FSE).
Estes números somam aos 302 projectos, que apoiou nos últimos três quadros comunitários do passado, com um valor global de 15,5 milhões de euros, sendo cerca de 9,5 milhões de euros comparticipação LEADER, criaram 97 e mantiveram 560 postos de trabalho.

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