
Anónimos da Chamusca
O capataz da Chamusca, Paulo Queimado, e a sua parceira, Cláudia Moreira, vão construindo na Câmara da Chamusca uma teia de poderes e relações que não chegam longe mas fazem mexer a terra e as suas gentes. O Cavaleiro Andante regista o aumento de cartas anónimas que vão chegando à redacção de O MIRANTE por correio e por email, contando peripécias, algumas delas literalmente inventadas, como é norma nos “jornalistas” que se escondem atrás do anonimato. O que é curioso é este ambiente de coscuvilhice e má língua que alimenta a política local à falta de obra e de trabalho no concelho. Ontem foi a demissão do chefe de gabinete, que não chefiava nada, amanhã é o dedo no rabinho do Nuno Mira, que vai ser o próximo anjinho da equipa do capataz, no outro dia há-de ser o funcionário desconsiderado... Enfim, a Chamusca continua ali à beira do Tejo mas está tudo como dantes: ninguém liga ao que vai pelo Tejo abaixo e a maioria nem sabe que o Tejo existe.

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