Um estudo abrangendo 310 mil trabalhadores de centrais nucleares do Reino Unido, França e EUA, no período 1944-2016, detectou um aumento de mais de 50% na mortalidade por cancro nestes trabalhadores. Um cientista da Universidade de Portsmouth, comentando o estudo numa publicação do Science Media Centre, afirmou que o efeito das baixas radiações que se pensava ser negligenciável, se revelou, afinal, ser muito mais grave.