A Póvoa tem uma relação discreta e subentendida, mas persistente, com a terra. À frente de alguns prédios há roseiras, gladíolos, tomates, ervas, pequenas árvores. Nos passeios onde a pedra não chegou, ou onde a terra resistiu, há quem tenha improvisado pequenos quintais: um limoeiro debaixo da janela, uma aromática, uma flor bonita, um vaso que ganhou chão.