• Alice Pestana (a Caëil): cinco vezes nada?
    José Raimundo Noras

    Alice Pestana (a Caëil): cinco vezes nada?

    14-02-2026
    Se o único Nobel das letras lusas ficou mal impressionado com Santarém, Alice Pestana, aparentemente não teve tempo para tanto. Terá dito, já em Madrid, tal qual Mário Viegas, “ator do mundo”, “Santarem buena madrasta, mal madre?”. Talvez não. Nunca renegou ou omitiu Santarém, por pouco amor que tivesse. Saiu do burgo, seguramente antes dos cinco anos, não tendo notícia de ter voltado à “cidade com as pessoas todas dentro de si próprias”.
  • Uma viagem pelo Médio-Tejo em tempo de Inverno
    JAE

    Uma viagem pelo Médio-Tejo em tempo de Inverno

    12-02-2026
    Tenho vergonha de ter sonhado tanto morar numa propriedade murada, ter uma piscina ou uma sauna só para mim, ganhar tanto dinheiro que me permitisse apenas viajar pelo mundo, depois de tanto que já trabalhei.
  • Entendendo o apagão elétrico Ibérico de 28 de Abril de 2025*
    José Manuel Medeiros Pinto

    Entendendo o apagão elétrico Ibérico de 28 de Abril de 2025*

    11-02-2026
    Um texto que faz a revisão e interpretação dos acontecimentos que originaram o apagão de 28 de Abril de 2025.
  • Emails do outro mundo

    A húmida, triste e irritante realidade de um país a meter água por todos os lados

    11-02-2026
    Aconchegado Manuel Serra d’Aire
  • A resistência dos povos da beira Tejo
    Miguel Montez Leal

    A resistência dos povos da beira Tejo

    10-02-2026
    No meio de toda esta tragédia é bonito assistir à solidariedade entre portugueses, solidariedade intergeracional, oferecimento de víveres, entreajuda que revela o que melhor temos nestas situações e nos quais todos nos unimos.
  • Que futuro para a PSP no programa político deste Governo?
    Bruno Pereira

    Que futuro para a PSP no programa político deste Governo?

    07-02-2026
    Esta semana fomos bafejados pela concretização de uma decisão política de reforçar as Polícias Municipais de Lisboa e Porto, indo (finalmente) ao encontro dos anseios do presidente Carlos Moedas (Lisboa) , e do presidente Pedro Duarte (Porto). A PSP tem um quadro deficitário e envelhecido de recursos, que até obrigou, a título de exemplo, a ser reforçada pela GNR na operação de fronteiras no aeroporto de Lisboa. O Governo decidiu assumir de forma clara quais são as suas prioridades, e não se venha dizer que é a Segurança Pública, pois essa será suportada, ainda com maior esforço, pelos quadros arruinados dos Comandos da PSP de Lisboa e Porto
  • O que é, afinal, a Proteção Civil?
    António Montez

    O que é, afinal, a Proteção Civil?

    07-02-2026
    Não nos podemos desculpar com a falta de conhecimento. Sempre lidamos com eventos extremos: incêndios, cheias, apagões, acidentes. Mesmo que não lidassemos, basta olhar para o mundo para perceber que, mais cedo ou mais tarde, algo semelhante nos afetaria. A primeira grande solução é reconhecer uma verdade simples: a Proteção Civil somos todos nós.
  • A tempestade
    Pimenta Braz

    A tempestade

    06-02-2026
    Devia existir uma estrutura única, um comando único que, por si só, garantisse todas as intervenções no terreno e toda a articulação logística, assegurando e optimizando as sinergias entre a Protecção Civil, os Bombeiros, as Forças Armadas, as Forças de Segurança, os Municípios e demais entidades. Um comando único, hierarquicamente reconhecido por todos e que não deixasse dúvidas a ninguém.
  • Quando a tempestade passa fica o retrato da falta de prevenção

    Quando a tempestade passa fica o retrato da falta de prevenção

    06-02-2026
    A depressão Kristin foi um fenómeno meteorológico severo, mas também foi mais uma prova da fragilidade estrutural do território e da falta crónica de prevenção.
  • Vinicius Todeschini
    Vinicius Todeschini

    O Reich catarinense e as migalhas do ultraneoliberalismo ao povo

    06-02-2026
    O estado de Santa Catarina está cada vez mais presente no noticiário e com a aproximação das eleições deste ano, a tendência é o acirramento cada vez maior de litígios e violências típicas dos fascistas contra a Esquerda e a democracia. Com governantes como Jorginho Mello só se pode esperar o pior; violência, miséria e mentiras.