• A grande oportunidade de explorar o lítio em Portugal
    José Eduardo Carvalho

    A grande oportunidade de explorar o lítio em Portugal

    15-09-2026
    Portugal não possui recursos naturais abundantes que possam contribuir de forma significativa para o seu desenvolvimento e crescimento económico. Não se percebe por isso que, tendo o país as maiores reservas de lítio da Europa e a concessão do projeto lítio do Barroso, o maior depósito europeu do minério que contém lítio (a espodumena), a exploração do mesmo esteja condicionada por fatores e obstáculos que urge esclarecer e remover.
  • Vinicius Todeschini
    Vinicius Todeschini

    Por que o povo é cúmplice?

    14-09-2026
    O mundo está povoado de histórias de dominação, foram milhões de almas que apoiaram algozes, na Alemanha no auge do nazismo mais de 80% da população apoiava Hitler e a sua política de extermínio(: ). Lima Barreto, escritor brasileiro, não tinha condescendência com isso: “O Brasil não tem povo, apenas público. Povo luta por seus direitos, público assiste de camarote”( ; ). E não é só por ignorância que a maioria age assim, mas principalmente por covardia. A maioria das pessoas escolheram a dissimulação, as pessoas, ditas normais, vivem mentindo e assim se tornam cúmplices de coisas desumanas, como do genocídio que Israel está promovendo contra os palestinos.
  • Presidente da Nersant faz-se de morto

    Presidente da Nersant faz-se de morto

    12-09-2026
    A Nersant é uma associação de empresários com uma vida associativa que faz lembrar os tempos da outra senhora. Desde que Domingos Chambel tomou conta da Nersant que a associação não presta contas à comunicação social.
  • Emails do outro mundo

    Rodeos, touradas, vacinas e uma ponte que é uma maravilha

    09-09-2026
    Sagaz Manuel Serra d’Aire
  • Há mais motos, mas menos paixão
    Susana Esteves

    Há mais motos, mas menos paixão

    07-09-2026
    Se queremos mais motos nas cidades, precisamos de melhores condições para as motos. Se queremos novos motociclistas, precisamos de melhor preparação, e se queremos que as duas rodas sejam uma verdadeira solução de mobilidade, precisamos também de preservar uma cultura de respeito entre quem as utiliza.
  • António Redol é um dos 18 subscritores deste artigo
    António Mota Redol

    O prolongamento da vida da central nuclear de Almaraz até 2030: uma decisão aberrante

    04-09-2026
    Nas localidades em volta de Almaraz nunca se realizou um exercício de evacuação da população em caso de acidente, o que é obrigatório pelas licenças de concessão e de funcionamento. Nem se distribui sistematicamente comprimidos de iodeto de potássio às populações portuguesas e espanholas para serem tomados em caso de acidente. Pergunta-se o que tencionam fazer o Governo português e as autarquias portuguesas próximas desta central, perante a perigosidade de uma central construída para ter um período de vida muito mais curto do que aquele que lhe querem atribuir.
  • Emails do outro mundo

    Convidar o Presidente para o aniversário da Ponte da Chamusca e acabar com as filas de espera, desligando o ar condicionado

    02-09-2026
    Epítomador, Serafim das Neves
  • lisiane forte
    Lisiane Forte

    Que o dia seja generoso

    01-09-2026
    Uma vez me disseram que eu não era daqui, que era do mundo. Achei bonito. Na geografia, não fui tão longe assim. Minha cabeça, porém, conheceu lugares dos quais às vezes nem eu soube voltar depressa. Passei anos entrando nas histórias dos outros pela clínica, nas minhas pela escrita, e descobri que uma pessoa pode percorrer distâncias enormes sem sair de uma sala.
  • lisiane forte
    Lisiane Forte

    Da utilidade das trancas

    01-09-2026
    A vida não se dá no vazio; é esse bate-papo sem fim entre o que a gente carrega por dentro e o que o mundo atira na nossa cara. Há encontros que abrem a janela da alma. Outros só servem para mofar o quarto. Depois do sobressalto, não é preciso decifrar os mistérios do universo. Basta olhar o estrago, beber água, proteger o que é nosso e deixar que as coisas voltem ao seu tamanho natural.
  • Estados dentro do Estado: o preço da descoordenação
    Bruno Pereira

    Estados dentro do Estado: o preço da descoordenação

    28-08-2026
    Em áreas tão importantes, em particular nesta altura em que os incêndios proliferam e assumem a dianteira das nossas preocupações sazonais, repetindo-se ano após ano, custa a perceber como é que a máquina do Estado continua a funcionar a carvão, sendo ela a primeira a não querer dar um salto industrial que sirva os mais elementares interesses do mesmo. Um Estado que não fala consigo próprio dificilmente conseguirá fazer-se ouvir pelos cidadãos.