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Madalena de Oliveira Duarte da Cunha
foto DR Madalena de Oliveira Duarte da Cunha Animadora Sociocultural na Residência Sénior Casal das Flores, 33 anos, Riachos (Torres Novas)

Madalena de Oliveira Duarte da Cunha

Animadora Sociocultural na Residência Sénior Casal das Flores, 33 anos, Riachos (Torres Novas)

Edição de 27.12.2018 | Agora Falo Eu

Já alguma vez teve de mudar um pneu do carro? Não. Nem sei fazê-lo. Felizmente tenho um marido à distância de um telefonema para me resolver o problema. (risos)

Quando viaja qual o meio de transporte que prefere? Depende. Tudo o que seja em localidades pequenas prefiro o carro. Em grandes cidades os transportes públicos são a minha escolha.

Costuma dar dinheiro a mendigos na rua? Não tenho esse hábito e, felizmente, na zona onde moro não se vêem mendigos nas ruas. Mas costumo ajudar, com outros voluntários, a fazer doações a famílias carenciadas.

Costuma dar a vez a pessoas mais idosas na fila do supermercado? Sim e acho que todos o deveríamos fazer. Contudo, devemos ter sempre em atenção cada situação. Existem pessoas que não gostam desse tipo de “atenção”. Um idoso pode sentir-se agradecido por alguém mais novo lhe dar o lugar para se sentar e não se sentir assim tão lisonjeado com o facto de o deixarem passar à frente na fila do supermercado só pela idade. E é importante que eles se sintam activos e não ultrapassados.

O Facebook e as outras redes sociais melhoraram a sua vida? Todas as redes sociais, sendo sempre exploradas com conta, peso e medida são um facilitador das nossas vidas.

Se pudesse ter um super poder qual escolheria? Escolhia ter o super poder da cura! Curava “ontem” pessoas que me fazem muita falta “hoje”.

Que estação do ano prefere? A Primavera. Não gosto de extremos de temperatura. Não gosto que anoiteça cedo no Inverno. Não gosto do Verão quente às três da tarde. A Primavera é a estação ideal.

Gosta mais do campo ou da cidade? Do campo. É mais calmo. Temos uma qualidade de vida superior à vida stressante da cidade.

Qual é o seu truque para manter a calma perante um imprevisto? Depende do imprevisto. Mas respirar fundo e reflectir sobre o que há a fazer é prudente e evita tomarmos decisões erradas.

Do quê ou de quem, sente mais saudades? Do meu pai! Sinto muito a falta dele. Todos os dias!!

No Natal o que não pode faltar à mesa? Não pode faltar a minha família. O resto vem naturalmente.

Era capaz de viver sem música? Acho que ninguém é capaz de viver sem música. Aquece-nos a alma.

Gosta de lareira? Adoro lareira, mas lareira à antiga. Sem recuperadores.

Quando chega o Outono o chapéu de chuva é um objecto que a acompanha? É raríssimo. Aliás, quando decido levar chapéu acabo sempre por perdê-lo em qualquer lado. (risos)

Qual o seu prato preferido de bacalhau? O típico bacalhau com todos. Adoro!

Quantos verdadeiros amigos acha que tem? Não contabilizo amigos. Simplesmente conto com eles…

Há alguma coisa pela qual ainda valha a pena lutar até à morte se necessário for? Pela felicidade! Sempre!

Fazem falta mais mulheres na política? Fazem sempre falta mulheres na política. Mas principalmente fazem falta pessoas honestas, dedicadas e com prioridades bem definidas.

Alguma vez deu sangue? Infelizmente não. Por questões de saúde não o posso fazer. Mas acho um gesto muito bonito por parte de quem o faz. É uma partilha de vida!

Quais as qualidades que mais aprecia numa pessoa? Honestidade, lealdade, amizade, respeito, partilha… Tantas que são tão importantes na personalidade de uma pessoa.

Alguma vez escreveu um poema? Não, nunca… Não tenho o mínimo jeito para escrever, para criar… Mas gosto de poesia.

Sente-se livre? Não. Em certos aspectos a sociedade, o nosso dia-a-dia e as nossas rotinas não nos deixam ser livres.

Madalena de Oliveira Duarte da Cunha

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