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Festival Materiais Diversos partilha diferentes visões e inquietações
Elisabete Paiva dirige o Festival Materiais Diversos que este ano oferece mais de 60 actividades

Festival Materiais Diversos partilha diferentes visões e inquietações

Décima edição regressa a Minde, Alcanena e Cartaxo num novo modelo e com um programa muito participado.

Edição de 14.08.2019 | Sociedade

O Festival Materiais Diversos vai celebrar, de 27 de Setembro a 5 de Outubro, as suas dez edições com um programa muito participado, afirmando-se como lugar de encontro e como tempo de partilha de diferentes visões e inquietações. Na sua primeira edição bienal, depois de nove edições anuais, o festival regressa a Minde, Alcanena e Cartaxo, num novo modelo que permitiu dedicar “mais tempo a cada parceiro, a cada artista e colectivo, a cada pergunta, processo, pessoa”, realçou a directora artística da Materiais Diversos, Elisabete Paiva.
A comunidade vai ser convidada a celebrar a data numa refeição partilhada, “À volta da mesa”, no dia 28 de Setembro, no Ponto de Encontro – um espaço para “conversas, debates, sessões de cinema e pequenas performances”, projectado e construído pelo In Situ, Laboratório de Intervenção em Arquitectura, da Universidade Autónoma de Lisboa.
É nesse espaço que vai acontecer, na manhã desse dia, o debate “Entre a Urbe e a Serra”, com Elisabete Paiva e Tiago Guedes, a actual directora e o anterior director artístico do festival, moderado pelo investigador e programador cultural António Pinto Ribeiro, numa reflexão sobre a dança, as artes performativas e os novos centros de criação, programação e divulgação, que integrará o livro celebrativo dos 10 anos do festival, a publicar em Março de 2020.
O programa deste ano oferece mais de 60 actividades, 17 espectáculos de criadores portugueses e estrangeiros, cinco deles em estreia absoluta e quatro em estreia nacional, uma exposição, três acções de participação, mais de 20 conversas e debates e quatro momentos musicais, com a participação de 150 artistas.
Além das performances e dos espectáculos de teatro e dança, ou da escola de Verão, o FMD tem uma programação para crianças, com espectáculos como “Joana Azurduy”, sobre a “mulher-mãe-guerreira” que lutou pela independência da Bolívia, uma das quatro peças de teatro que Cláudia Gaiolas construiu a partir da colecção de livros “Antiprincesas”, e que vai estar na Mata de Minde, a 29 de Setembro.
A peça “Mesa”, de Catarina Requeijo, a partir do livro “Uma mesa é uma mesa. Será?”, no dia 1 de Outubro, no cine-teatro São Pedro, em Alcanena, e o espectáculo de dança “Sublinhar”, de Marta Cerqueira, a 4 e 5 de Outubro, na Sociedade Filarmónica Incrível Pontevelense (Cartaxo), completam a programação para crianças.
As “Noites Longas”, programadas pelo Bons Sons, festival de música portuguesa que se realiza em Agosto na aldeia de Cem Soldos (Tomar), levarão Manel Cruz, que apresentará “algumas músicas que o celebrizaram” e outras do seu novo disco, à Fábrica da Cultura de Minde, no dia 28 de Setembro, e a banda They Must Be Crazy ao Mercado Municipal do Cartaxo, a 4 de Outubro. A dupla Dj SlowFlow vai animar a “festa de abertura” do festival, no dia 27 de Setembro, no edifício António Alves Raposo, em Minde, cabendo ao DJ Maboku fazer a festa de encerramento, no dia 5 de Outubro, no Mercado Municipal do Cartaxo.

Festival Materiais Diversos partilha diferentes visões e inquietações

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