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Para acabar com problemas da Escola de Alpiarça faz-se acordo com vinte anos de atraso
foto DR Mário Pereira e Alexandra Leitão assinaram acordo de colaboração a 30 de Julho

Para acabar com problemas da Escola de Alpiarça faz-se acordo com vinte anos de atraso

Após anos a pedir aos últimos Governos a realização de obras de recuperação da Escola EB2,3/Secundária de José Relvas, foi assinado um acordo de colaboração entre o Governo e o município de Alpiarça, que chega a poucos meses das eleições legislativas. Autarca acredita que é desta que são feitas as obras, orçadas em dois milhões de euros.

Edição de 14.08.2019 | Sociedade

O acordo de colaboração entre o Governo e a Câmara de Alpiarça para o pagamento das obras de requalificação da Escola EB2,3/Secundária de José Relvas foi assinado na terça-feira, 30 de Julho. O investimento, na ordem dos dois milhões de euros é “o maior de sempre em infra-estruturas de educação no concelho”, refere Mário Pereira, presidente do município. Mas há pelo menos vinte anos que a escola tem problemas estruturais.
O documento assinado pela secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, e por Mário Pereira, permite avançar com as obras de recuperação total do edificado da escola, dos espaços exteriores e campo desportivo polivalente. Está prevista a construção de um novo bloco para auditório, biblioteca escolar e sala do futuro.
Em 2016 já tinha havido uma promessa de acordo entre o Ministério da Educação e a câmara, durante uma visita à escola pela Secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, onde verificou a necessidade de obras urgentes nos edifícios com quarenta anos.
Há um ano, a 6 de Agosto de 2018, Mário Pereira esteve presente numa reunião na DGEstE (Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares), com o objectivo de preparar a requalificação global da escola. A obra é financiada em 85% por fundos comunitários e o acordo estabelece que os restantes 15% são assumidos pelo município e pelo Ministério da Educação em partes iguais.
Mário Pereira referiu a O MIRANTE que as obras já se justificavam há mais de duas décadas uma vez que a escola apresenta problemas estruturais praticamente desde a sua construção. Admite a morosidade do processo, a que é alheia a autarquia, e refere que a José Relvas faz parte das escolas mapeadas, como necessitadas de obras urgentes, ainda no anterior Governo, assim como a escola secundária do Cartaxo, por exemplo, que assinou um acordo para requalificação no mesmo dia que Alpiarça.

Para acabar com problemas da Escola de Alpiarça faz-se acordo com vinte anos de atraso

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