
Os sobressaltos internos no Politécnico de Santarém
Há um velho adágio que reza assim: “falem bem ou falem mal mas falem de mim”. Há também os teóricos que defendem que não existe má publicidade mas apenas publicidade. Não penso assim, nomeadamente no que toca a instituições ou marcas que assentam o seu negócio na credibilidade que conseguem ter junto do mercado.
É o caso do Instituto Politécnico de Santarém, há muito envolto em quezílias internas e guerrinhas de poder que culminaram, agora, no inesperado e original pedido de destituição do seu presidente por parte dos dirigentes das escolas. O Politécnico de Santarém faz-me lembrar o PSD e o Sporting, organizações, cada uma de seu cariz, que têm vivido em sobressalto permanente com os resultados que são de todos conhecidos.
Se alguém no Politécnico de Santarém considera que estes tumultos e andar nas bocas do mundo por razões deste calibre contribuem para a sua afirmação na região, para aumentar o seu prestígio no país e para o tornar mais atractivo junto dos estudantes na hora de escolherem um curso, então é bom que desça à terra e perceba que, também como diz a voz popular, não é com vinagre que se apanham moscas.
José C. Reis

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