A Ecolezíria está à beira da ruptura e sem destino para os resíduos porque, durante anos, nada foi planeado nem construído. O actual presidente do conselho de administração da empresa intermunicipal e da Câmara do Cartaxo, João Heitor, diz ter herdado uma estrutura “estagnada”, sem parcerias e dependente de um aterro que já não pode continuar a ser usado. A empresa pública foi deixada “sem soluções e sem futuro”, obrigando agora a negociações de emergência para evitar o colapso do tratamento de resíduos na região.