José Carlos Batalha, vice-presidente do Centro Social Paroquial de Azambuja e presidente da União Distrital de Lisboa das Instituições Particulares de Solidariedade Social, considera que as instituições de solidariedade social estão a chegar “onde o braço do Estado não chega”, mas continuam sem o financiamento necessário para garantir a sua sustentabilidade. “Gostaríamos de pagar melhor para conseguirmos atrair gente e prestar um melhor serviço”, resume. O dirigente fala de instituições com graves dificuldades financeiras, salários pouco competitivos e uma relação com o Estado que ainda não é de verdadeira parceria.