Há dias em que a primeira saída acontece cedo e outros em que o quartel parece mergulhado numa tranquilidade enganadora. Entre treinos, ambulâncias, refeições, piadas e tempos mortos, os Bombeiros Sapadores de Tomar vivem sempre com um ouvido preso à central. O MIRANTE acompanhou um turno de 12 horas da corporação.