A acusação do Departamento de Investigação e Acção Penal Regional de Évora sustenta que o ex-presidente da Câmara da Chamusca, Paulo Queimado, adjudicou a edição de livros à empresa da filha do presidente da assembleia municipal, Joaquim Garrido, que depois subcontratou a gráfica do pai, num esquema que envolveu mais de 50 mil euros e levou a Polícia Judiciária a realizar buscas na câmara, na empresa Zaina e na casa de Garrido.