Na região há equipas a trabalhar todos os dias para preservar a autonomia, identidade e a dignidade de pessoas com Alzheimer, num país onde cerca de metade dos residentes em lares tem demência diagnosticada ou sinais de declínio cognitivo. Lutam contra a perda de capacidades, estimulam a autonomia física, mantêm rotinas e recusam desistir de quem já não se lembra de quem foi. Fazem-no com falta de apoios, escassez de profissionais e uma pressão crescente.