Portugal registou 75 mortes em meio aquático até 30 de Junho, o pior primeiro semestre desde o início da série do Observatório do Afogamento, em 2017. No Ribatejo, onde não existe ainda um balanço público consolidado, duas mortes em piscinas particulares em Tomar e o resgate de uma mãe e dois filhos no Tejo, em Salvaterra de Magos, mostram que o perigo está à espreita.