Sónia Mendonça aprendeu a viver com uma doença autoimune que lhe entrou na vida cedo demais e que nunca mais a largou. O lúpus tirou-lhe saúde, o trabalho e muitos dias de autonomia, mas não lhe levou a coragem nem a capacidade de transformar dor em arte. Um depoimento a propósito do Dia Mundial do Lúpus, que se assinala a 10 de Maio.