Edição de 2012.02.16
Retrospectiva
Insolvências
Retrospectiva | 15-02-2012
“O país vai empobrecendo e não podemos enriquecê-lo com o discurso da ilusão”
Corre todas as frentes de batalha dando o peito às balas dos opositores do governo. A sobreexposição mediática faz dele o alvo principal de todas as criticas mas ele sabe que a sua missão é fulcral. Sente-se que ao dar a cara pelos assuntos mais polémicos quer atrair sobre si todas as atenções, criando condições para que os restantes elementos do executivo se concentrem no seu trabalho.
Retrospectiva | 15-02-2012
“A minha paixão era não ver este mundo cão em que estamos a viver”
Muito trabalho, muitos projectos concretizados e muita desilusão à mistura. É este o retrato da maior colectividade do concelho de Tomar, traçado por quem melhor conhece os cantos à casa. Uma visão crítica de alguém que não se limita a culpar o Governo e as entidades oficiais mas que põe o dedo nas nossas feridas seculares. “Falta cultura de rigor, qualidade e empenhamento neste país”, declara.
Retrospectiva | 15-02-2012
Um pequeno grupo de cantores de igreja que deu origem a uma grande instituição cultural
Júlio Clérigo é presidente do Choral Phydellius há 14 anos e no total tem mais de duas décadas de funções directivas. A sua ligação com a associação começou em 1974 quando entrou para o coro. Os primeiros passos dados no caminho da excelência foram dirigidos pelo carismático maestro José Robert. Mais tarde o Conservatório foi um salto de gigante. O nome da instituição saiu de Torres Novas e correu mundo.
Retrospectiva | 15-02-2012
O único árbitro do distrito de Santarém na primeira categoria nacional
Confessa que nunca se sentiu pressionado por dirigentes de qualquer clube embora não diga o mesmo dos adeptos e principalmente da comunicação social. Reconhece os erros cometidos após os jogos pois essa é a única forma de evoluir. Filho e sobrinho de árbitros cedo percebeu qual era o seu caminho. Nos jogos ainda usa o seu primeiro apito. Entra no campo com o pé direito e benze-se.
Retrospectiva | 15-02-2012
“Ser sensato e não perdoar o erro é fundamental para exercer o poder”
É um dos autarcas portugueses há mais tempo no poder e boa parte do desenvolvimento do concelho de Benavente tem o seu cunho. Enfrentou os lobbies da construção da região para evitar que a terra se transformasse num dormitório de Lisboa e assume que ninguém pode dizer que está preparado para ser presidente de câmara. António José Ganhão venceu um cancro e voltou ao trabalho quando ainda devia estar numa cama. Diz que quer trabalhar enquanto puder, porque parar é morrer.
Retrospectiva | 15-02-2012
Os trampolins que permitiram às gémeas crescerem mais depressa
Têm 19 anos e praticam a modalidade de trampolins desde os 10 anos. Dizem que têm uma vida igual à dos jovens da sua idade embora mais disciplinada. Nos tempos livres gostam de namorar e de sair à noite. Gostariam de ver os trampolins mais valorizados e de terem mais apoios. Quando participam em provas internacionais sem ser pela selecção as despesas são por sua conta.
Retrospectiva | 15-02-2012
“A função pública pode funcionar bem se tiver pessoas capazes de a gerir”
Quando chegou à Divisão de Urbanismo, descobriu uma realidade kafkiana. Pessoas e empresas com processos de contra-ordenação a correr por terem iniciado obras sem licença e os pedidos de licenciamento das mesmas a acumularem-se no serviço durante anos e anos, à espera de um despacho.
Retrospectiva | 15-02-2012
“Emociono-me com a força interior e a grandeza de algumas crianças abandonadas”
Tem um percurso de vida ligado à solidariedade social e assim quer continuar mesmo depois de se reformar. Observadora atenta da realidade alerta para novas e preocupantes realidades como o facto de, por vezes, chegarem à instituição de Santarém pedidos de jovens que querem ali viver porque não se sentem bem no seio da sua própria família.
Retrospectiva | 15-02-2012
“Acredito que vamos ultrapassar a crise mais cedo do que esperávamos”
Aos 79 anos Álvaro Pinto Correia mantém um dinamismo de fazer inveja a qualquer jovem. Continua a trabalhar porque sente energia no corpo e leveza no espírito. O engenheiro civil de formação, que acabou ligado à banca, pai de três filhas e avô de oito netos, é um optimista por natureza e acredita que a crise vai passar mais depressa do que se faz crer.
Retrospectiva | 15-02-2012