
Daniel Pereira vence Prémio Carlos Paredes em Vila Franca de Xira
Álbum “Cavaquinho Cantado” captou a atenção do júri.
A obra “Cavaquinho Cantado”, do músico Daniel Pereira, venceu, por unanimidade do júri, a edição de 2018 do Prémio Carlos Paredes, instituído pela Câmara de Vila Franca de Xira. O júri sublinhou a excelência interpretativa e a criatividade das obras tocadas no disco.
“Espera-se que a atribuição do Prémio Carlos Paredes a este trabalho seja também um contributo para que os músicos desta geração e das seguintes possam dar a atenção merecida a este instrumento nacional, que para além de Portugal pode ser encontrado em diversos pontos do mundo como o Brasil, Indonésia, Cabo Verde e Hawai”, sublinha a câmara vilafranquense em comunicado.
Desde muito cedo na vida de Daniel Pereira, os instrumentos tradicionais e os cordofones em particular, fazem parte da sua existência e da sua música. O seu percurso a solo começa com um desafio vindo da Galiza e com o convite de Júlio Pereira para fazer um trabalho discográfico que aliasse o canto com o cavaquinho. É a partir de todas estas experiências e vivências que surge “Cavaquinho Cantado”.
O Júri do Prémio Carlos Paredes (composto por José Jorge Letria, em representação da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Pedro Campos, compositor e músico, Ruben de Carvalho, crítico musical e Carlos Alberto Moniz, em representação da Sociedade Portuguesa de Autores) também destacou a diversidade dos trabalhos a concurso, com vários tipos de instrumentos estilos musicais e linguagens.
Menção especial para “A dança dos Pássaros”
Da parte do júri houve este ano lugar também a uma menção especial ao disco “A dança dos pássaros”, pela Orquestra do Hotclube de Portugal da música de António Pinho Vargas. Nesta edição do prémio Carlos Paredes apresentaram-se 26 obras a concurso, o que traduz uma participação que o município considera “muito expressiva”, justificada com o que diz ser “o prestígio alcançado por este prémio” desde 2003.

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