Reflexões sobre a nossa Justiça
Mesmo que alguns ditos mais ingénuos ainda pensem o contrário, é um facto que pululam por este pedaço Ibérico muitos Ali babás!... Há por aí montes de chico-espertos a deitar o “barro” às paredes e com tais princípios ganharem dinheiro fácil. Muitos deles tentam, por todos os meios que lhes estão acessíveis, atingir esses fins, sacando sem esforço o património de quem honestamente trabalha. Estas saloias expertices têm um conhecido rótulo: parasitismo oportunista!
Embora não pretenda entrar em pormenores sobre o desfecho deste concreto processo judicial de que nos fala JAE, Joaquim António Emídio, no n.º 1369 de “O MIRANTE”, por do mesmo desconhecermos os respectivos contornos, mesmo assim, enquanto cidadão pagante de impostos atempado, não deixo de lamentar o rame…rame… ronceiro em que funciona o nosso sistema judicial. Sempre se disse à boca cheia que existe Justiça diferente para ricos e pobres. O desfecho favorável deste processo, ditado pelo Supremo e agora comentado, vem provar-nos essa mesma realidade. Quero com isto dizer:- se o jornal não dispusesse de meios financeiros necessários para fazer os tais recursos, teria agora nos seus activos menos meio milhão de euros, uma vez que o Tribunal de 1.ª Instância decretou tal condenação, pelos vistos, injustamente!
Ouvimos frequentemente falar em cartelização entre empresas de construção civil; gasolineiras; de comunicações, etc. Será que também existe cartelização na Justiça? Será que os tribunais “inferiores” condenam, para que as outras instâncias superiores tenham também trabalho para fazer, e assim, justificarem a sua existência?
Ora, se os senhores juízes deste país passam todos pelo mesmo “crivo” do CEJ – Centro de Estudos Judiciários, qual a razão por que uns deliberam de forma diferente de outros? Procuram-se respostas…
Entroncamento, 24 de Setembro de 2018
Alfredo Martins Guedes
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