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Atrair estrangeiros através de cursos superiores para travar perda de população

Ideia do Ministro da Tutela pode dar resultados nos politécnicos de Santarém e Tomar. O ministro da Ciência, da Tecnologia e do Ensino Superior, Manuel Heitor, defende que, no contexto actual de grande pressão demográfica, as universidades e politécnicos podem atrair mais pessoas.

Edição de 10.07.2019 | Especial Ensino

A internacionalização das instituições do ensino superior poderá contribuir para inverter o actual ciclo de perda de população do país. A opinião é do Ministro da tutela, Manuel Heitor e foi manifestada dia 1 de Julho, no encerramento da conferência “Promoção da empregabilidade do diplomados do ensino superior - Apresentação e discussão de propostas de recomendações para políticas públicas” que se realizou em Coimbra.
Num “contexto de grande pressão demográfica”, uma tendência que afecta em geral os países da Europa do Sul, importa “certamente contribuir para atrair mais pessoas a Portugal”, disse o ministro da Ciência, da Tecnologia e do Ensino Superior.
Manuel Heitor realçou a necessidade de as universidades e os institutos politécnicos apostarem mais na sua internacionalização, o que, afirmou, “passa pela capacidade de atrair estudantes de fora”, incluindo jovens das comunidades de lusodescendentes em países da União Europeia, com destaque para França, Suíça e Luxemburgo, e das Américas.
Na sua opinião, é necessário “associar o ensino superior a melhor emprego”, já que os jovens estrangeiros , antes de virem estudar em Portugal, ponderam a empregabilidade no país, bem como a qualidade do mercado do emprego, desde logo o nível dos salários que é praticado pelas empresas e pelos organismos públicos.
Nesta matéria, cabe às instituições do ensino superior, envolvendo as empresas, reforçarem o contributo para a criação de “melhor emprego” do país, apostando numa oferta formativa ajustada às necessidades da sociedade e da economia e que responda também aos anseios “daqueles que hoje vêm em Portugal uma região inovadora e segura”.
“O melhor emprego (…) faz-se com inovação e com investigação”, diversificando a formação, o que acontece “muito fora da sala de aula”, defendeu o ministro.
A conferência foi promovida pelo consórcio Maior Empregabilidade, que tem vindo a desenvolver o “Livro Verde”, um documento que reúne recomendações com vista à promoção da empregabilidade de diplomados do ensino superior.

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